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Sou amante das palavras, das combinações feitas e regadas de essências sinceras.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Que chova veneno do céu,
Que seja doce como o mel,
Que as lágrimas salgadas sejam a maré do meu mar,
Que o seu abraço quente me faz viajar,
Na saudade de um outro dia,
Na próxima noite sombria.
Que me ilumina a luz do luar,
Que as nuvéns negras me empalidece as maçãs do rosto,
Num poço de mágia.
E que nada nessa noite seja brando,
Mas que haja encanto,
Por brisas e pardais,
Por estrelas e castissais,
Que haja vida entre nossos lábios.
Que as águas mornas banhem minha alma sensível
Que tão incabível se torna a mesma em mim.
Que o vento ladrão congelante
Seja amante dos corações perturbados,
Amarrados em uma só comunhão
Viciados e mergulhados em uma mísera paixão.

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