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Sou amante das palavras, das combinações feitas e regadas de essências sinceras.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Essa fraquesa persistente,
insolenimente sem pudor,
que me traga todo vestígio de amor,
que só me oferece rancor.

Esse medo mais parece uma guerra
contra a idéia e a razão,
que cala a voz do coração,
que como um vulcão em erupção
me corrói a força interior.

Mas a verdade que você a mim dispensou
foi quem me salvou,
quem me libertou dessa amargura.
Que me tortura quando não estou
ao lado daquele que lavou minha doçura,
que despojou calma,
que injetou amor.

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