
No relento do meu berço me ponho a pensar,
Em quantas almas se perdem sem esperar,
Em como as elites se propagam no ar
Desgraçam a nossa sociedade
E deixam muitos á miséria se entregar.
Monstros gerados pela ganância,
Com os olhos amargurados,
Infelizes e desesperançados,
Homens iludidos pela força material,
Que um dia vai se desintegrar,
E que lamentavelmente,
Vai se acabar.
Corajosos lutam contra os inconvenientes,
Regam a essência dos desamparados,
Que abandonados choram sangue sobre folhas de jornais,
Jornais que a mídia porca implantouQue lavou a mente dos humilhados,
E que nosso país capitalista abraçou.

Nenhum comentário:
Postar um comentário